Já está disponível o No 24 da Revista da Sbrafh, que traz a apresentação da
Revista Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde – RBFHSS,
que a partir do mês de setembro substituirá a atual revista.
A RBFHSS nasce com o propósito de veicular informações científicas, cooperando
para a ampliação do conhecimento em nossa área e a ampla troca de experiências.
Confira essa e outras novidades nesta edição.
O VI Encontro de Coordenadores de Curso de Farmácia foi realizado em Brasilia no período de 28 a 30 de abril de 2010, no Hotel Nacional. Reuniu
cerca de 200 professores universitários para discutir aspectos pertinentes a educação farmacêutica.
Entre os temas mais discutidos no evento está o sistema de "Avaliação dos cursos de graduação na área de saúde" com destaque para as recomendações
para o curso de farmácia e a ''formação profissional e as contribuições do farmacêutico na consolidação do SUS'', apresentados nos dias 28 e 29 de
abril.
No dia 29/04 ocorreu o lançamento do livro: "Metodologias ativas. Aplicações e vivências em Educação Farmacêutica". 1. ed. Brasilia:
Abenfarbio-Associação Brasileira de Ensino Farmacêutico e Bioquímico, 2010 de Carlos Cecy; Geraldo Alécio de Oliveira; Eula Maria de Melo Barcelos
Costa, com coms a colaboração dos autores: Gilcilene Maria El Chaer; Ana
Lucia Faria Ribeiro ; Maria Rita Carvalho Garbi Novaes. O livro foi editado em parceria com o Conselho Federal de Farmácia.
O dia 30/04 foi marcado pela discussão de diversos temas em grupos de trabalho, a saber:
Formação para o SUS;
Formação para a farmácia comunitária;
Formação para a farmácia hospitalar;
Formação para o diagnóstico complementar.
O evento terminou com grande êxito e a elaboração de um documento final apontando as fragilidades e fortalezas que devem ser implementadas na
educação farmacêutica no Brasil.
A SBRAFH esteve presente, representada pela vice-presidente Dra maria Rita, tendo na ocasião do evento sorteado entre os coordenadores dos cursos de
Farmácia, três exemplares do Guia de Boas Práticas em Farmácia Hospitalar.
Confira o perfil para contratação de três técnicos de nível superior para trabalhar em Brasília e
executar atividades junto à Coordenação Geral de Fomento à Pesquisa em Saúde do Departamento de Ciência e
Tecnologia do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS):
Área de Prestação do Apoio Técnico:
Coordenação Geral de Fomento à Pesquisa em Saúde (CGFPS) do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit)
da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE).
Propósito do Trabalho:
Desenvolver ações junto à CGFPS com o objetivo de apoiar o planejamento, a organização e a gestão da coordenação.
Requisitos para o candidato:
Possuir doutorado em áreas relacionadas à saúde, preferencialmente saúde coletiva e farmácia; ou possuir mestrado
em áreas relacionadas à saúde, preferencialmente saúde coletiva e farmácia, com experiência de, no mínimo,
três anos em projetos de pesquisa: no processo de execução ou de análise.
Ter fluência na língua inglesa, especialmente no que diz respeito à leitura de artigos científicos.
Ter disponibilidade para viagens nacionais.
Não possuir vínculo com o serviço público.
Obs: para trabalhar em Brasília/40 horas semanais.
Tecnologia para rastreabilidade de medicamentos está definida
O código de barras bidimensional, também chamado Datamatrix, será a tecnologia usada para garantir a rastreabilidade
dos medicamentos comercializados no Brasil. A definição consta da
RDC 59, publicada nesta quarta-feira (25), que implanta o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos.
A tecnologia será a principal ferramenta para garantir a rastreabilidade desses produtos, ou seja, vai permitir recuperar
informações históricas e geográficas sobre o caminho percorrido pelos medicamentos desde sua produção até a entrega ao consumidor.
Ao contrário do código de barras comum, que é visível e contém apenas um número, o bidimensional pode armazenar milhares de
informações ao mesmo tempo, como números, letras e outros dados. Todas as informações vão estar reunidas no Identificador
Único de Medicamento (IUM), que estará em cada unidade de medicamento comercializada e será impresso em etiquetas de segurança produzidas
especificamente para esse fim.
Etiquetas de segurança: Também nesta quarta-feira (25) a Anvisa assinou um termo de cooperação com a Casa da Moeda,
que deverá ser a instituição responsável pela produção e distribuição das etiquetas que vão garantir a segurança do sistema
de rastreamento e nas quais estará impresso o IUM.
Histórico: Para aprimorar continuamente os mecanismos de rastreabilidade e autenticidade de medicamentos no país
foi criado o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, por meio da
lei 11903/09.
A lei prevê que o Sistema será implantado gradualmente em até três anos, sendo o primeiro ano destinado à definição dos requisitos
que envolvem os fabricantes e fornecedores de medicamentos.
Essa proposta de Consulta Pública vem preencher as demandas da Política Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos, além de introduzir elementos novos como alternativa ao controle de
qualidade de medicamentos fitoterápicos, maior demanda do setor regulado para com o registro desta categoria de medicamentos.
Para elaboração dessa proposta foi considerado documento apresentado pela Associação Brasileira de Indústrias Fitoterápicas e do
Setor Alimentício (ABIFISA), como também a experiência acumulada no registro de medicamentos fitoterápicos e revisão dos documentos
internacionais na área de regulamentação de plantas medicinais e fitoterápicos. Em seguida, foram convidados especialistas na área
de controle de qualidade de medicamentos fitoterápicos para discutir esse tema. Por fim, a proposta foi apresentada e discutida
com a Câmara Técnica de Medicamentos Fitoterápicos (CATEF), contando assim com a avaliação de especialistas em plantas medicinais
e fitoterápicos.
As principais modificações propostas foram relativas à adequação das definições aos conceitos abrangidos pela PNPMF e às
alternativas ao controle de qualidade em relação à legislação vigente. Foi feita ainda uma reestruturação e organização da norma,
enquadrando corretamente cada exigência dentro das diferentes fases de análise: droga vegetal, derivado de droga vegetal e produto final.
A proposta de resolução passará por Consulta Pública, na qual esperamos ouvir tanto o setor produtivo, quanto pesquisadores e a população.
Esperamos que essas modificações impactem positivamente no mercado de medicamentos fitoterápicos, permitindo que os mesmos sejam
liberados para o consumo pela população com segurança, eficácia e qualidade.
Foi publicada a resolução nº. 492 de 26 de novembro de 2008 do CFF, que regulamenta o exercício profissional nos serviços de
atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública ou privada, revogando-se
a Resolução nº 300, de 30 de janeiro de 1997. Acesse aqui a resolução na íntegra.